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Atualmente a proposta educacional para a inclusão escolar de alunos público-alvo da educação especial redimensiona o lugar desses alunos na organização do trabalho escolar e das propostas curriculares, e, nesse sentido, a escola tem enfrentado desafios para que todos participem e aprendam com qualidade. Para superar tais desafios, de acordo com as Diretrizes Curriculares da Educação Básica para os anos iniciais do ensino fundamental de Campinas, será necessária, dentre outras coisas, a prática da
reorganização do currículo, que deverá ser realizada pelo profissional responsável pelo atendimento educacional especializado, que, na prática, tem, muitas vezes, dificuldades em articular-se com o professor regente da sala comum.
adaptação e mudança do espaço da sala de aula, que deverá ser organizada a partir de planejamento realizado pelos órgãos centrais da Secretaria Municipal de Educação com apoio dos serviços de saúde e assistência social.
padronização dos tempos e espaços escolares, permitindo que os alunos com mobilidade reduzida tenham acesso aos diversos ambientes da escola, bem como mudança na grade curricular com redução das expectativas de aprendizagem.
flexibilização curricular que se viabiliza por meio da adequação dos objetivos propostos, na adoção de metodologias alternativas de ensino e no uso de recursos humanos, técnicos e materiais específicos.
adequação curricular para que os alunos, público- -alvo da educação especial, possam realizar as atividades com menores alterações possíveis, reduzindo o uso de recursos humanos, técnicos e materiais específicos.