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Ferreiro e Teberosky, psicolinguistas argentinas, iniciaram em 1974 uma investigação e demonstraram que “a criança, já antes de chegar à escola, tem ideias e faz hipóteses sobre o código escrito, descrevendo os estágios linguísticos que percorre até a aquisição da leitura e da escrita”. Acerca do nível alfabético e suas características descritas pelas estudiosas, é correto afirmar que a criança
usa mais letras do que as palavras requerem.
acredita que basta grafar uma letra para se poder pronunciar uma sílaba oral.
em um primeiro momento pensa que pode escrever com desenhos, rabiscos, letras ou outros sinais gráficos.
acredita que as palavras escritas devem representar as palavras faladas, com correspondência absoluta de letras e sons.