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Ao apresentar sugestões de atividades recreativas em seu livro Jogando com as diferenças, Rosilene Diehl considera que o direito de brincar deve ser assegurado a crianças e jovens, independentemente de raça, gênero, nível socioeconômico, habilidade motora ou capacidade perceptiva, entre outras diferenças que podem existir. Considerando a perspectiva da autora, é correto afirmar que, nas atividades recreativas e/ou esportivas pensadas para crianças e jovens
surdos, não há necessidade de utilizar a língua de sinais, o que facilita a inclusão de alunos nessa condição.
cegos ou com baixa visão, o uso de venda pelos participantes que enxergam é condenável, pois pode gerar estigmatização.
com deficiência mental, é necessário que o professor tome o aluno pelo braço e o auxilie fisicamente, uma vez que não há condições cognitivas de compreensão das instruções da atividade.
com deficiência física, o professor deve incentivar a aquisição de novos repertórios de movimentos, sem subestimar o potencial do aluno.
com deficiência, as adaptações necessárias envolvem principalmente flexibilidade no cumprimento das regras (daí a função do participante café-com-leite), sendo evidente a todos que o aluno com deficiência não é um integrante equivalente aos demais do grupo.