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Sem o professor não é possível pensar em um planejamento que realmente oriente o processo de ensino aprendizagem na sala de aula, pois o planejamento não pode se configurar como um momento estático, anterior à ação docente. Durante muito tempo estivemos inseridos em um modelo de organização escolar onde a ação de planejar não fazia parte das tarefas docentes. Planejar era tarefa de supervisores, orientadores, coordenadores pedagógicos. Cabia ao professor apenas a função de executar o planejamento, cumprindo, passo a passo o que estava ali delimitado. Nessa perspectiva, assinale a alternativa INCORRETA a seguir:
Esse modelo se mostrou completamente inadequado, já que nenhum plano pode prescindir dos sujeitos do processo, pois sem eles não há formação, não há ensino, não há aprendizagem
Esse modelo já não responde à nossa realidade atual, cada vez mais dinâmica e diversa, surge então, a necessidade de repensá-lo, buscando articular as ações de planejar e de executar, inserindo-as dentro da prática docente, sem separação ou dicotomia.
Nesse modelo, independente de quem eram os professores e seus alunos, os conteúdos já estavam definidos e deveriam ser ensinados e aprendidos em cada etapa de ensino.
Nesse modelo os professores enfrentam uma temática complexa, pois não há como discutir o planejamento sem considerar os sujeitos em seus contextos concretos.