

Seu próximo nível começa aqui
Seu desenvolvimento não pode ter limites. Garanta sua Assinatura Ilimitada e libere uma preparação completa com os melhores professores do Brasil.
João é deficiente auditivo e frequenta uma escola municipal. Foi submetido a uma avaliação educacional do processo ensino e aprendizagem, constatando-se, então, a necessidade de encaminhá-lo a uma SAAI – Sala de Apoio e Acompanhamento à Inclusão, destinada ao apoio pedagógico especializado.
Conforme a Portaria nº 5.718/04, é correto afirmar que a avaliação educacional do processo ensino e aprendizagem será o instrumento orientador da utilização do serviço de apoio pedagógico especializado e será realizada
pelos educadores da unidade educacional de origem do educando, com a participação da família, do professor regente da Sala de Apoio e Acompanhamento à Inclusão – SAAI, do supervisor escolar e do Centro de Formação e Acompanhamento à Inclusão – CEFAI e, se preciso for, dos profissionais da saúde e de outras instituições.
pelos professores da escola de destino do educando, pelo Professor de Apoio e Acompanhamento à Inclusão – PAAI, pelo coordenador pedagógico e, se necessário, pelo diretor de escola.
pelo coordenador pedagógico da escola de origem da criança, pelo professor regente da classe regular e pelos profissionais da saúde que acompanham o caso, com a anuência da família.
pelo diretor da unidade escolar de origem do educando, pelo professor regente da classe comum, pelo professor especializado e pelo Professor de Apoio e Acompanhamento à Inclusão – PAAI, com a presença da família, se for necessário.
pelo professor regente da classe comum, com a participação do profissional do Centro de Formação e Acompanhamento à Inclusão – CEFAI, do coordenador pedagógico da escola de origem do aluno, e com o conhecimento da família.