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Ainda sobre o tema ˙ brinquedos, brincadeiras e o brincar, é correto afirmar que:
Segundo Kishimoto, no livro Jogo, Brinquedo, Brincadeira e Educação, o brinquedo pode assumir função lúdica e educativa: na função lúdica, o brinquedo deve ser escolhido cuidadosamente pelos adultos para que a criança brinque, divirta-se e aprenda sobre os objetos do mundo; na função educativa, o brinquedo serve para ensinar as crianças os conteúdos escolares;
Para Wallon, toda atividade da criança é lúdica, no sentido de que se exerce por si mesma, ou seja, as atividades lúdicas surgem livres, não instrumentais, exercendo-se pelo simples prazer que encontram em fazê-lo. Assim, é preciso que o educador/a prepare o espaço adequado para as explorações: para a criança brincar de andar, brincar de pular, brincar de subir e descer, de pôr e tirar, de empilhar e derrubar, de fazer e desfazer, de criar e destruir;
Para Vygotsky, no livro A Imaginação e a Arte na Infância, a imaginação e a fantasia estão ligadas ao mundo irreal, ao que não se ajusta à realidade, havendo, portanto, uma fronteira impenetrável entre a fantasia e a realidade;
Para Piaget, a brincadeira de faz de conta acontece desde o primeiro ano de vida do bebê, quando ele, estando no período sensório-motor, busca conhecer o significado dos objetos do mundo, dos eventos, e ainda começa, ainda nesta fase, a expressar seus sonhos e fantasias e assumir papeis presentes no contexto social
NDA (nenhuma das alternativas)