

Seu próximo nível começa aqui
Seu desenvolvimento não pode ter limites. Garanta sua Assinatura Ilimitada e libere uma preparação completa com os melhores professores do Brasil.
Pedagogos como Froebel, Montessori e Decroly chamaram a atenção para o valor educativo do jogo e fizeram com que muitos educadores reconhecessem a importância de tal atividade. Ainda hoje, os sistemas pré-escolares discutem se o jogo infantil é um ato de expressão livre, um fim em si mesmo ou um recurso pedagógico.
Brincar na escola é diferente de brincar em casa. Os brinquedos são da instituição; as possibilidades de brincadeiras em grupo são maiores, e crianças da mesma idade costumam ficar sob a responsabilidade de poucos adultos. Todos esses fatores influenciam os modos de brincar e exigem reflexão por parte dos educadores.
PORTO, Cristina Laclette. O brinquedo como objeto de cultura.
Disponível em: http://www.redebrasil.tv.br/salto/boletins2003/jbdd/tetxt2.htm
A partir da leitura do texto acima, é correto afirmar que
é preciso compreender a especificidade e a importância de brincadeiras ou jogos, o que não significa que devam ser todos de cunho pedagógico.
para toda e qualquer brincadeira, os educadores devem encontrar um recurso pedagógico para estimular a aprendizagem.
os jogos e brincadeiras são de livre expressão das crianças e, na escola, devem ser utilizados como um fim em si mesmos.
toda e qualquer brincadeira tem um cunho pedagógico, seja na escola, em casa, na rua ou no clube.
todas as brincadeiras das crianças, apesar de terem um cunho pedagógico, devem ser respeitadas em sua livre expressão.