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No documento “Saberes e Práticas da Inclusão” há um capítulo que propõe um novo modelo para identificação de necessidades educacionais especiais. Esse modelo não pretende ser exaustivo nem servir como fôrma que engessa, com características positivistas e de cunho eminentemente tecnicista. O modelo inspira-se nas modernas concepções interativas e contextuais do desenvolvimento humano.
As crianças com baixa visão apresentam as mais diferentes condições visuais podendo apresentar as seguintes dificuldades visuais:
I - Acuidade visual reduzida – A criança apresenta dificuldade para ver de longe, precisando aproximar-se bastante para poder ver pessoas e objetos mesmo que utilize recursos óticos.
II - Campo visual restrito – Uma criança que enxerga bem tem um campo visual de 90 (noventa) graus na horizontal e vertical.
III - Crianças com baixa visão possuem campo visual bastante restrito o que prejudica orientação e locomoção no espaço.
IV - Visão de cores e sensibilidade aos contrastes – Há crianças que são incapazes de distinguir determinadas cores como verde, vermelho, azul e marrom. Outras crianças distinguem cores vibrantes com bastante luminância.
V - Adaptação e iluminação – Crianças com baixa visão podem apresentar sensibilidade exagerada à luz, com ofuscamento, irritabilidade, dor de cabeça, lacrimejamento, etc.
Completam corretamente a proposta da questão as afirmações da alternativa:
I, III, IV e V, apenas.
I, II, IV e V, apenas.
I, II, III e IV, apenas.
I, II, III, IV e V.