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No documento “Saberes e Práticas da Inclusão” há um capítulo que propõe um novo modelo para identificação de necessidades educacionais especiais. Esse modelo não pretende ser exaustivo nem servir como fôrma que engessa, com características positivistas e de cunho eminentemente tecnicista. O modelo inspira-se nas modernas concepções interativas e contextuais do desenvolvimento humano.
As causas mais frequentes de deficiência visual na primeira infância são:
I - Coriorretinite por toxicoplasmose congênita.
II - Catarata por síndrome da rubéola congênita.
III - Retinopatia por prematuridade, hemorragias e lesões vasculares.
IV - Síndromes, encefalopatias e malformações oculares.
V - Atrofia óptica por vírus, infecções, bactérias, meningite, encefalite, hidrocefalia e alterações do sistema nervoso central por anóxia ou hipóxia.
VI - Deficiência visual cortical pelas causas já citadas, drogas de todos os tipos e quadros convulsivos.
Marque:
se nenhuma das “causas” estiver incorreta.
se apenas a “causa” VI estiver incorreta.
se apenas a “causa” V estiver incorreta.
se apenas as “causas” III e IV estiverem incorretas.