Candau, em “Reinventar a Escola”, afirma que, sem horizonte utópico, é impossível educar e declara que a educação na América Latina precisa:
assumir uma configuração plural, reconhecendo o conhecimento e as práticas educativas produzidas e acumuladas no continente
esquecer o conjuntural e estabelecer foco no estrutural destacando questões como a pobreza e a falta de políticas educacionais
buscar ser objetivamente um locus de apropriação do conhecimento sobrepujando-se aos demais agentes educativos
ignorar a diferença e buscar a igualdade pela educação
estabelecer ênfase na questão da igualdade, não considerando as diferenças