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O convívio escolar permite conhecer e vivenciar assuntos que cooperam, com os educandos, para a sua percepção de injustiças e manifestações de discriminação e preconceito que possam recair sobre si mesmo, ou que venha a testemunhar, com o objetivo de desenvolver atitudes de repúdio a essas práticas.
Nesse contexto, é CORRETO afirmar que:
A escola tem por incumbência propor atividades que contraponham atitudes e respeito aos grupos vulneráveis a algum tipo de preconceito ou discriminação, ou seja, no currículo a problemática da diversidade cultural tem por obrigação ser inclusa.
A escola e o professor devem refutar a legitimidade de seu papel, pois o ensino e a aprendizagem dependem da capacidade de cada um identificar quais os elementos culturais mais importantes devem ser assimilados pelos indivíduos da espécie humana.
A escola como campo de saber social, produtor e reprodutor da cultura, coloca-se como o melhor lugar para a realização de atividades que tem por finalidade formar o indivíduo com concepções liberais frente ao mundo atual de diversidades.
Cabe a escola, lugar por dignidade de sistematização dos conhecimentos determinados pelo meio social, praticar e ampliar uma pedagogia de participação e democracia, constituída no diálogo e na historicidade do ser humano.