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A pesquisa Juventudes e Sexualidade de Abramovay et al. (2004) mostra que professores têm dificuldade em trabalhar as temáticas sexualidade e afetividade em sala de aula. Muitas vezes, abordam o estudo do corpo sob uma visão higienista, delegando essa tarefa ao campo da biologia (“saber competente”).
Assinale a alternativa que exemplifica uma proposta alternativa à visão higienista sobre sexualidade nas escolas.
A tônica seria o discurso científico e a preocupação com a reprodução, afirmando o lugar da medicina no disciplinamento do corpo.
O alicerce seria uma programação pedagógica que articulasse diversas disciplinas e integrasse outros temas, como ética, saúde, gênero, meio ambiente e pluralidade cultural.
A sexualidade deve ser trabalhada por meio de manuais que abordam a fisiologia do aparelho genital, mas sem problematizar a questão do prazer.
Nesses tempos de AIDS deve-se abordar a sexualidade não por aspectos emocionais e de prazer, mas exclusivamente por aspectos biológicos ligados à preservação da saúde.
A base seria a preocupação com a expansão da AIDS e dos casos de gravidez entre adolescentes, tônica única que deve continuar prevalecendo.


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