Ao discorrer sobre as novas fronteiras entre escola e família, Castro (2009) ressalta que essas duas instituições deveriam manter um espaço de intersecção por estarem incumbidas da formação de um mesmo sujeito.
Nessa perspectiva, cabe à escola
atribuir as famílias sua parcela de responsabilidade pela escolarização das crianças, através do acompanhamento de tarefas prescritas para casa.
exigir que um aluno com dificuldades de aprendizagem cumpra o mesmo plano de trabalho escolar dos que não têm dificuldades.
identificar as condições de cada família, para então negociar, de acordo com seus limites e possibilidades, a melhor forma de ação conjunta.
anular a assimetria entre os familiares dos alunos e os profissionais da educação, desmitificando a ideia de que são profissionais especializados.
responsabilizar as famílias quando os alunos ficam indisciplinados ou têm baixo rendimento escolar.