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Eduardo vai prestar o concurso para a seleção de professores de Educação Básica (PEB) II, em Sertãozinho. Buscando embasar-se, leu o artigo de Veiga (In: Veiga – org., 1996) e observou que a principal possibilidade de construção do projeto político-pedagógico passa pela relativa autonomia da escola, de sua capacidade de delinear sua identidade. Assim, buscar uma nova organização para a escola constitui uma ousadia para os educadores, pais, alunos e funcionários. Para levá-la avante, torna-se necessário um referencial que fundamente a construção do projeto político-pedagógico. Nesse sentido, Eduardo concluiu que, de acordo com a autora, é preciso que nos alicercemos nos pressupostos de uma teoria pedagógica
crítica, viável, que parta da prática social e compromissada em solucionar os problemas da educação e do ensino de nossa escola.
moderna e rica, que acompanhe, subsidie e venha ampliar os avanços mais atuais na Física, na Matemática e nas Ciências da Computação.
imune à fragmentação do currículo em disciplinas, conforme tem ocorrido ao longo de toda a história da educação escolar.
coerente com o escolanovismo porque ele permitiu um maior acesso à escola para a grande maioria dos alunos das camadas populares.
atual e de concepção libertária que está comprometida em solucionar os problemas da educação neste país, e intervém na prática social.