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Leia abaixo:
“(...) tanto alunos quanto professores estão insatisfeitos com relação à avaliação. Avaliamos 20% do formativo e 80% do cognitivo. Formativo é: interesse, participação, assiduidade, pontualidade. Até nisso temos divergências, por exemplo, a participação. Alguns alunos participam quando você solicita, eles respondem e alguns professores consideram como aluno participante. Outros consideram que só a oralidade é participação... Os alunos reclamam muito desse aspecto... Mesmo com essas dificuldades, os professores preferem continuar com os aspectos formativos. Não querem só a avaliação cognitiva.” (VILLAS BOAS, B.M. DE F. A avaliação nos cursos de formação de profissionais da educação no Distrito Federal: Confronto entre a teoria e a prática. Relatório de pesquisa, UnB, 2000.)
As conclusões obtidas são que as avaliações formativas são bem aceitas por alunos e professores por permitirem:
Que o aluno use o que adquiriu de conhecimento voltado para as situações práticas do dia-a-dia e na rotina escolar.
Beneficiar não só os alunos com facilidade nas matérias, mas também àqueles que buscam e se interessam pela aula e com isso conseguem aumentar o próprio rendimento.
Que os professores não tenham que desenvolver atividades avaliativas, podendo focar somente no envolvimento dos alunos com os temas apresentados.
Romper com padrões ultrapassados de sistemas de avaliação que não trazem benefı́cios aos alunos, nem permitem aos professores compreender as dificuldades dos mesmos.