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Segundo Aranha (2007), as teorias construtivistas na educação buscaram superar a dicotomia entre o inatismo, em que o sujeito que conhece é o polo mais importante no processo de conhecimento, e o empirismo, em que o sujeito que conhece é passivo e apenas recebe da experiência os elementos para a elaboração do conhecimento. Para os construtivistas, o conhecimento é uma construção:
contínua e atrelada à manutenção de estruturas sociais atemporais e a criança deve ser submetida à fala da autoridade máxima que é o professor
temporária, voltada para o mundo do trabalho, e a ênfase do ensino deve estar voltada para a habilidade manual e o trabalho em grupo
temporária, de origem fundamentalmente moral, e o ensino deve ter como finalidade a reprodução das sociedades estáveis do passado
contínua que se forma e se transforma pela interação entre o sujeito e o objeto e a criança não é passiva, nem o professor um mero transmissor de conhecimento