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Diante das constantes reformulações das políticas educacionais, diversas leis e diretrizes no âmbito federal, estadual e municipal - passaram a exigir das escolas, o aprimoramento na forma de gestão como também das práticas pedagógicas. Estas políticas educacionais salientam para à gestão democrática e participativa. Baseando-se em Victor Henrique Paro autor do livro, Gestão escolar, democracia e qualidade do ensino, publicado em 2007, assinale a alternativa INCORRETA.
É preciso tornar a unidade escolar um lugar agradável e atrativo a seus usuários diretos e indiretos, dotando-o dos componentes da comunidade externa, na convicção de que sua participação é não apenas um direito de participação no controle democrático do estado nos serviços que este oferece à população, mas também uma necessidade da escola, se esta quer fazer-se de fato educativa.
A escola vem atuando e servindo a um currículo essencialmente informativo, quanto ao assunto de sua dimensão social de atuação, ignora a necessidade de formação ética de seus, educandos e professores, como se isso fosse atribuição da família e dos ambientes de trabalho, respectivamente.
A democracia na escola refere-se à utilização de mecanismos na gestão escolar como conselho da escola, associação de pais e mestres, grêmio estudantil e, eventualmente, eleição de dirigentes.
Com relação aos que estão envolvidos com o cotidiano escolar, parece que as políticas educacionais têm passado à margem da opinião de quem o ensino depende inquestionavelmente para ser realizado: os atores da prática educativa escolar, em especial os professores e estudantes.