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Na obra A Educação Especial na Perspectiva da Inclusão...

Na obra A Educação Especial na Perspectiva da Inclusão Escolar: a escola comum inclusiva (2010), a intepretação de escola das diferenças é apresentada como a escola na perspectiva inclusiva, na qual sua pedagogia tem como mote questionar, colocar em dúvida, contrapor-se, discutir e reconstruir as práticas que, até então, têm mantido a exclusão por instituírem uma organização dos processos de ensino e de aprendizagem incontestáveis, impostos e firmados sobre a possibilidade de exclusão dos diferentes, à medida que estes são direcionados para ambientes educacionais à parte.


Nessa perspectiva, e relacionando a ideia de Escola Comum e Educação Inclusiva, é correto afirmar que:


A

A escola comum não depende de atualização e/ou desenvolvimento de novos conceitos, pois, é pensada para atender, exclusivamente, pessoas neurotípicas.


B

A escola comum se torna inclusiva quando reconhece as diferenças dos alunos diante do processo educativo, busca a participação e o progresso de todos, adotando novas práticas pedagógicas.


C

A escola comum é fácil e imediata, pois, ela depende de mudanças exclusivas da própria estrutura e, em especial, das práticas executadas em sala de aula.


D

A escola comum se mostra inclusiva a partir da formulação de alternativas e práticas pedagógicas, e educacionais, compatíveis com as demandas apresentadas pela grande maioria de seus estudantes.