

Seu próximo nível começa aqui
Com a Assinatura Ilimitada, você tem tudo que precisa para sua aprovação.
Com a Assinatura Ilimitada, você combina prática, teoria e método em uma única assinatura com tudo que você precisa para sua aprovação.
A reconfiguração da educação especial à luz das políticas de inclusão impõe a revisão das concepções pedagógicas, organizacionais e avaliativas que historicamente estruturaram a escolarização dos sujeitos com deficiência. Considerando os fundamentos epistemológicos da inclusão escolar, assinale a alternativa CORRETA:
A centralidade atribuída à interação social no processo de desenvolvimento demanda que o currículo seja ajustado com base nas competências interpessoais mais evidentes do grupo, a fim de promover a integração gradual de estudantes com deficiência às práticas escolares em vigor.
A efetividade das propostas inclusivas no contexto escolar depende do alinhamento entre os referenciais da educação especial e os critérios de desempenho definidos para o conjunto da turma, de modo a preservar o sentido de pertencimento e de avaliação equitativa.
A concepção de educação inclusiva implica compreender que o acesso, a permanência e a aprendizagem dos estudantes com deficiência resultam da transformação do ambiente educacional, com ênfase na reconfiguração dos processos didáticos e na corresponsabilidade institucional.
As práticas pedagógicas inclusivas requerem a utilização de estratégias instrucionais que operem em função das limitações específicas de cada estudante, proporcionando um ambiente didático estruturado para mitigar barreiras cognitivas e comportamentais.
Sobre os princípios da Política Nacional de Educação Especial Inclusiva (PNEEI), analise as afirmativas a seguir.
I- A garantia de igualdade de oportunidades e condições para o acesso, a permanência, a participação e a aprendizagem dos estudantes, que são o público da educação especial.
II- A garantia, no contexto educacional, ao capacitismo e à discriminação em todas as suas formas.
III- A consolidação do trabalho intersetorial como estratégia para a atenção integral ao público da educação especial.
IV- A institucionalização do PAEE (Plano de Atendimento Educacional Especializado) com a finalidade de orientar o trabalho a ser desenvolvido em sala de aula comum.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
I e II.
I e III.
II e III.
III e IV.
I e IV.
A Educação Especial no Brasil teve início no período do Império, com a criação das primeiras instituições destinadas ao atendimento de pessoas com deficiência. Nesse contexto, foram fundados institutos voltados ao atendimento educacional específico dos seguintes públicos:
I.Pessoas com deficiência física.
II.Pessoas surdas (à época denominadas surdos-mudos).
III.Pessoas cegas.
É CORRETO o que se afirma em:
I, II e III.
I e III, apenas.
III, apenas.
II e III, apenas.
I e II, apenas.
A Resolução nº 16 de 27 de março de 2025, dispõe sobre a Política de Atendimento às Pessoas com Necessidades Educacionais Específicas do IFMG, trazendo articulação entre as ações de inclusão, acessibilidade e o atendimento educacional especializado. Baseando-se nesta resolução, aponte a questão incorreta sobre o público alvo do NAPNEE do IFMG:
Alunos com Transtornos Globais do Desenvolvimento: aqueles que apresentam um quadro de alterações no desenvolvimento neuropsicomotor, comprometimento das relações sociais, da comunicação ou estereotipias motoras. Incluem-se nessa definição alunos com Transtornos do Espectro Autista.
Alunos com altas habilidades/superdotação: aqueles que apresentam potencial elevado e grande envolvimento com áreas do conhecimento, isoladas ou combinadas, nas esferas intelectual, artística e criativa, cinestésico-corporal e de liderança.
Alunos com deficiência: aqueles que têm impedimentos de longo prazo de natureza física, intelectual, mental e sensorial.
Alunos e servidores do campus com necessidades educacionais específicas, sendo essas provisórias ou de longo prazo.
Alunos com distúrbios de aprendizagem e/ou necessidades educacionais específicas provisórias de atendimento educacional.
O ensino em educação especial tem especificidades, por isso os sistemas de ensino devem assegurar aos educandos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação o seguinte:
Currículos e métodos idênticos aos da educação regular, sem adaptações.
Currículos, métodos, técnicas, recursos educativos e organização específicos, para atender às suas necessidades.
Atendimento exclusivo em instituições especializadas, sem integração à rede regular.
Apenas adaptações físicas de acessibilidade, sem mudanças curriculares.
Ensino restrito ao nível fundamental, sem continuidade nos demais níveis.
Ao longo da história da Educação Especial, observa-se a transição entre diferentes modelos.
O modelo anterior à Educação Inclusiva, caracterizado por tentar “encaixar” o estudante no sistema de ensino vigente, exigindo sua adaptação ao currículo e à estrutura escolar, denomina-se modelo de:
Exclusão.
Segregação.
Normalização.
Integração Escolar
Educação Equitativa.
Considerando os princípios da Política Nacional de Educação Especial na Educação Inclusiva, assinale a alternativa que NÃO corresponde a um desses princípios:
A diversidade humana como valor a ser reconhecido e promovido pela educação.
A promoção da equidade.
A consolidação do trabalho intersetorial como estratégia para a atenção integral ao público da educação especial.
O combate, no contexto educacional, ao capacitismo e à discriminação em todas as suas formas.
O desrespeito pela diversidade de estudantes com deficiência e suas especificidades no âmbito da educação.
De acordo com a análise do processo histórico da Educação Especial diante da Escola Nova no Brasil, considere as assertivas a seguir:
I. O movimento da Escola Nova, embora defendesse a redução das desigualdades sociais, contribuiu para práticas de exclusão na Educação Especial ao enfatizar as diferenças individuais.
II. A valorização do ensino especializado e das técnicas de diagnóstico favoreceu a identificação de alunos que não acompanhavam o padrão escolar, justificando sua segregação em classes ou escolas especiais.
III. A época, a concepção de deficiência mental era definida exclusivamente por critérios biologicos e clínicos.
Está(ão) CORRETA(S):
Somente I.
Somente II.
Somente l e lll.
Somente l e ll.
As políticas educacionais contemporâneas orientam que todos os estudantes devem ter acesso, permanência e participação plena na escola, com atendimento às necessidades específicas individuais, de maneira a valorizar aspectos da Educação Inclusiva. Defendendo essa perspectiva, assinale a alternativa CORRETA:
Inclusão significa garantir condições para que todos aprendam, participem e tenham suporte adequado, se necessário, contando com o apoio das redes de atendimento educacional especializado.
A Inclusão só deve ocorrer quando há laudo clínico, caso contrário, não é atribuição estatal.
Inclusão significa criar turmas separadas, de acordo com as deficiências.
O estudante deve se adaptar ao modelo escolar sem apoio, ou seja, o estudante deve se adaptar à escola e não o contrário.
Inclusão é opcional para escolas públicas, devendo excluir alunos(as) que não se adaptem.
A Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva orienta os sistemas de ensino para garantir o acesso, a participação e a aprendizagem dos estudantes com deficiência. Acerca do público-alvo e das diretrizes estabelecidas para o Atendimento Educacional Especializado − AEE, registre V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas:
(__)O público-alvo da educação especial compreende estudantes com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação.
(__)O Atendimento Educacional Especializado − AEE deve ser realizado de forma substitutiva às classes comuns do ensino regular para evitar a sobrecarga do aluno.
(__)As atividades desenvolvidas no Atendimento Educacional Especializado − AEE diferenciam-se daquelas realizadas na sala de aula comum, não sendo reforço escolar.
(__)A educação especial é uma modalidade que deve ser oferecida preferencialmente na rede regular de ensino em todos os níveis, etapas e modalidades da educação.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
V, V, F, V.
F, F, V, F.
F, V, V, F.
V, V, V, F.
V, F, V, V.
O entendimento social e educacional da surdez foi historicamente marcado por representações sobre linguagem, inteligência e aprendizagem. Considerando esse contexto, analise as assertivas abaixo, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) A marginalização das pessoas surdas relacionava-se à crença de que a ausência de oralidade implicaria incapacidade intelectual, sustentando práticas excludentes que não consideravam a existência de modos alternativos de linguagem.
( ) A exclusão educacional decorreu da suposição de que a surdez impediria qualquer desenvolvimento simbólico, crença que legitimou a negação de propostas de escolarização e dificultou o reconhecimento de sistemas linguísticos visuoespaciais.
( ) A falta histórica de propostas educacionais resultou da inexistência de tecnologias assistivas adequadas, razão pela qual sociedades antigas mantiveram práticas excludentes, sem vínculos diretos com concepções filosóficas e religiosas.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
V – F – V.
V – V – F.
V – F – F.
F – F – V.
F – V – V.
Considerando os princípios da Educação Especial, analise as afirmativas a seguir e assinale a que expressa corretamente a finalidade dessa modalidade de ensino:
Garantir a permanência e aprendizagem de todos os estudantes, promovendo a identificação e superação das barreiras que dificultam a escolarização do público da Educação Especial, cabendo ao Estado, família, comunidade escolar e sociedade implementar ações de enfrentamento à discriminação e ao capacitismo.
Substituir a educação regular, oferecendo ensino segregado para estudantes com deficiência, sem necessidade de integração às atividades escolares comuns.
Priorizar exclusivamente o ensino de conteúdos acadêmicos, desconsiderando recursos e práticas que atendam às necessidades individuais dos estudantes da Educação Especial.
Delegar integralmente à iniciativa privada a responsabilidade de prover Educação Especial, sem participação do Estado ou da comunidade escolar.
Limitar a atuação da Educação Especial apenas à identificação das deficiências, sem necessidade de promover participação e aprendizado efetivo dos estudantes.
Assinale a alternativa que corresponde corretamente ao público‑alvo do Atendimento Educacional Especializado (AEE):
Apenas alunos com dificuldades de aprendizagem ocasionais.
Apenas alunos cuja dificuldade de aprendizagem decorre exclusivamente de falta de frequência.
Apenas alunos com baixo desempenho que não apresentam impedimentos duradouros.
Apenas alunos retidos na mesma série por motivos disciplinares.
Alunos com deficiência: impedimentos de longo prazo de natureza física, intelectual, mental ou sensorial.
A respeito da educação especial no sistema estadual de Santa Catarina, analise as afirmativas. Registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:
(__)A educação especial transversaliza etapas e modalidades e se materializa como serviços especializados articulados ao ensino regular, não como circuito paralelo desvinculado do planejamento da escola.
(__)A especificidade técnica da educação especial justifica a separação estrutural de seu planejamento em relação ao ensino comum para assegurar qualidade e foco no atendimento especializado.
(__)A existência de AEE em funcionamento regular dispensa a integração da educação especial ao planejamento das etapas comuns, pois o serviço especializado absorve as demandas de inclusão da unidade.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
F − F − V.
V − F − F.
F − V − F.
V − F − V.
V − V − F.
Em uma escola técnica de tempo integral, estudantes público da educação especial deixam atividades de projeto integrador para frequentar o AEE em outra unidade da rede. A escola entende que o contraturno está garantido porque o atendimento ocorre fora das aulas regulares. Famílias relatam que os estudantes perdem práticas coletivas e avaliações processuais recorrentes. A professora do AEE propõe revisão colegiada com base no PAEE e no PEI. Considerando o conflito entre AEE e participação plena em escola de tempo integral, assinale a alternativa que apresenta a solução mais adequada para a situação descrita:
Priorizar o projeto integrador e suspender temporariamente o AEE externo, pois a participação plena na turma é mais inclusiva do que retirar o estudante para atendimento especializado em outra unidade.
Transferir o AEE para atendimento remoto, pois tecnologias digitais reduzem deslocamentos, preservam presença física nas práticas da turma e mantêm o vínculo com o serviço especializado.
Reorganizar tempos, espaços e apoios a partir do estudo de caso, preservando AEE e participação nas atividades comuns, com decisões fundamentadas e registradas no PAEE e no PEI.
Alternar semanas com AEE e semanas sem, pois a distribuição proporcional evita perda continuada em uma das políticas e respeita os direitos assegurados a cada modalidade.
Manter o AEE em horário e local externos, pois o atendimento especializado tem finalidade própria e deve ocorrer em espaço separado das atividades curriculares para garantir sua especificidade.
Considerando as diretrizes educacionais previstas na Política Nacional para a Integração da Pessoa com Deficiência, assinale a alternativa correta.
A Educação Especial deve ser ofertada exclusivamente em instituições especializadas, desvinculada do ensino regular.
A matrícula de estudantes com deficiência no ensino regular depende de avaliação discricionária das instituições de ensino.
A Educação Especial constitui modalidade integrada ao sistema educacional, abrangendo diferentes níveis e garantindo acesso a benefícios em igualdade de condições.
A oferta de Educação Especial pelo Poder Público é facultativa, podendo ser suprida por instituições privadas.
No livro Educação Especial no Brasil: História e políticas públicas, de Marcos J. S. Mazzotta, no Capítulo III - “Política nacional de educação especial”, o autor distingue duas formas de compreender a relação entre educando, deficiência e atendimento educacional. Considerando tal distinção, assinale a alternativa correta.
visão por integração ou progressiva; visão por separação ou compensatória.
visão por unidade ou dinâmica; visão por dicotomia ou estática.
visão por equivalência ou inclusiva; visão por oposição ou segregada.
visão por continuidade ou regular; visão por exclusividade ou especial.
visão por articulação ou comum; visão por classificação ou especializada.
A Política Nacional de Educação Especial Inclusiva (Pneei) foi instituída pelo decreto 12.686 de 20 de outubro de 2025. Julgue as seguintes afirmativas:
I. A Pneei tem como foco a garantia do direito à educação em um sistema educacional exclusivo para estudantes com deficiência, com transtorno do espectro autista e com altas habilidades ou superdotação, com discriminação baseada no tipo de deficiência.
II. A Pneei define a Educação Especial como modalidade oferecida na rede regular de ensino, transversal a todos os níveis, etapas e modalidades, para estudantes com deficiência, estudantes autistas e estudantes com altas habilidades ou superdotação, assegurando recursos e serviços educacionais para apoiar, complementar e suplementar o processo de escolarização.
III. A Pneei é uma avanço na concepção de educação inclusiva, com base no preenchimento de lacunas que impõem barreiras ao acesso, permanência, aprendizagem e plena participação dos estudantes da educação especial inclusiva, por meio da conjugação de esforços da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios.
São corretas as afirmativas:
I e II.
I e III.
II e III.
todas afirmativas estão corretas.
No ambiente escolar, a aprendizagem e a participação dos estudantes público-alvo da Educação Especial podem ser comprometidas por fatores que não se restringem às características individuais do sujeito, mas que decorrem do contexto escolar, das práticas pedagógicas e da organização dos espaços e serviços educacionais.
Com base no que consta, na íntegra, no Estatuto da Pessoa com Deficiência (Lei nº 13.146/2015), é correto conceituar barreira, no contexto da educação inclusiva, como qualquer
impedimento atitudinal de natureza pedagógica que dificulta o pleno desenvolvimento cognitivo de estudantes carentes com necessidades pedagógicas especiais, em razão da ausência de apoios educacionais adequados e de adaptações curriculares proporcionais, comprometendo a inclusão escolar.
empecilho urbanístico vinculado ao desenho arquitetônico da edificação, caracterizado, exclusivamente, pela inexistência de adaptações razoáveis e de recursos de acessibilidade, que facilitam o acesso educacional e a fruição dos espaços institucionais por pessoas com deficiência física.
condição de natureza biológica ou cognitiva do estudante que, por si só, impede ou inviabiliza o êxito no processo de aprendizagem, afastando a necessidade de provisão de apoios, de recursos de acessibilidade e de adaptações razoáveis no ambiente educacional.
limitação de caráter funcional que restringe a liberdade de movimento, a circulação com segurança e a possibilidade de comunicação ou de acesso à informação pelas pessoas, considerada como condição individual suficiente para caracterizar a deficiência, independentemente da existência de barreiras físicas, comunicacionais ou tecnológicas.
entrave, obstáculo, atitude ou comportamento que limite ou impeça a participação social da pessoa, bem como o gozo, a fruição e o exercício de seus direitos à acessibilidade, à liberdade de movimento e de expressão, à comunicação, ao acesso à informação, à compreensão, à circulação com segurança, entre outros.
Ao acompanhar o processo de escolarização de estudantes público da Educação Especial em um contexto marcado por diversidade sociocultural, elevada rotatividade docente e pressão por resultados em avaliações externas, em uma escola pública de Educação Básica, o orientador educacional nota que, apesar da matrícula em classes comuns e da oferta de Atendimento Educacional Especializado (AEE) no contraturno, as práticas pedagógicas adotadas tendem à homogeneização do ensino, à padronização dos instrumentos avaliativos e à utilização do currículo como referência fixa e prescritiva.
Além disso, registros pedagógicos evidenciam que estudantes com deficiência e transtornos do espectro autista apresentam baixa participação nas atividades coletivas, progressos pouco visibilizados nos processos avaliativos e frágil articulação entre os planos de ensino, o AEE e o Projeto Político-Pedagógico (PPP). Em reuniões escolares, surgem propostas de flexibilização curricular restrita à redução de expectativas de aprendizagem ou de encaminhamentos segregadores sob a justificativa de garantir “melhor atendimento”. Diante desse cenário, o orientador educacional assume a mediação entre equipe docente, AEE, gestão escolar e famílias, com o objetivo de assegurar o direito à educação inclusiva, à equidade e ao acompanhamento do desenvolvimento integral dos estudantes, à luz dos fundamentos teóricos e legais vigentes.
Assim, considerando a educação inclusiva como princípio estruturante do sistema educacional, os marcos legais (Constituição Federal de 1988, LDB nº 9.394/1996, Lei Brasileira de Inclusão – Lei nº 13.146/2015, Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva), as políticas públicas educacionais e as atribuições do orientador educacional, assinale a alternativa correta.
A padronização curricular e avaliativa atende ao princípio da igualdade, sendo compatível com a educação inclusiva, desde que o estudante tenha acesso concomitante ao Atendimento Educacional Especializado.
A flexibilização curricular, no contexto da educação inclusiva, consiste prioritariamente na redução ou supressão de conteúdos e objetivos de aprendizagem, adequando o currículo às limitações do estudante.
A atuação do orientador educacional implica promover práticas institucionais inclusivas, articulando ensino comum e AEE, orientando processos avaliativos formativos, colaborando com a adaptação curricular e assegurando o acompanhamento do desenvolvimento do estudante, sem ruptura com o currículo comum.
A baixa participação dos estudantes públicos da Educação Especial nas atividades coletivas justifica a adoção de estratégias segregadas temporárias como política prioritária de escolarização.
A legislação educacional admite que a escola condicione a permanência do estudante em classe comum à demonstração de desempenho acadêmico compatível com os parâmetros padronizados da etapa escolar.