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Em uma reunião da equipe pedagógica, Jorge, professor de biologia em uma escola de Ensino Fundamental, refutou os esforços da coordenação para a adoção de uma pedagogia de projetos e de uma lógica de interdisciplinaridade. Argumentou que sua disciplina não necessitava da adoção de novos métodos, pois frequentemente propunha atividades que motivavam muito seus alunos em torno dos conteúdos. Jorge temia que houvesse conflitos entre os trabalhos interdisciplinares e o trabalho por projetos, o que prejudicaria sua disciplina, já consolidada no modo como a conduzia. Considerando as contribuições de Moura (2010) sobre a ideia de uma pedagogia de projetos, assinale a alternativa que interpreta corretamente essa situação.
Jorge está correto, pois projetos interdisciplinares têm por principal benefício ser um método atraente aos alunos, algo que ele já resolvia com outras técnicas.
Jorge acerta quanto à incompatibilidade entre trabalhos interdisciplinares e projetos, mas falha ao não perceber a maior eficácia dos primeiros sobre os segundos.
Jorge mostra um ponto importante à coordenação, pois a pedagogia de projetos funciona melhor quando temas, objetivos, fontes e resultados são planejados e especializados no contexto de uma disciplina.
O receio de Jorge é infundado, uma vez que a pedagogia de projetos pode ser adotada sem transformações significativas nas práticas didáticas convencionais.
Jorge está equivocado, pois não há incompatibilidade entre a pedagogia de projetos e a interdisciplinaridade, uma vez que a primeira potencializa a segunda.