(...) a criança, a infância e a família foram entendidas de maneiras diferentes no decorrer dos tempos e sua significação pode mudar, ainda hoje, de acordo com a metodologia que fundamenta sua análise, modificando seu conceito conforme o olhar que recebe, seja ele histórico, sociológico, antropológico, filosófico ou psicológico.
(Ariès, 2006, p. 19.)
Em relação à criança, infância e família, é INCORRETO afirmar que:
Até o século XVII, não existia uma concepção de especificidade da infância.
Por muitos séculos, na cultura ocidental, as crianças eram tratadas como adultos.
A partir de meados do século XVII, a criança assumiu lugar central dentro da família ocidental; neste contexto, houve o surgimento da escola.
O modelo de família nuclear e patriarcal tornou-se, ao longo da nossa história, sinônimo de honra e responsabilidade, modelo a ser seguido exclusivamente pelas elites.