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O brincar e o jogar são fundamentais para o desenvolvimento infantil; por isso, muitos estudos na área da educação dedicam-se a analisar a dimensão lúdica nas atividades escolares. Ao analisar as afirmativas a respeito do brincar e da presença do lúdico nos processos de aprendizagem, é CORRETO afirmar que:
O brincar tem um caráter autotélico, ou seja, brincar é agradável por si mesmo. Na perspectiva da criança, brinca-se pelo prazer de brincar, e não porque suas consequências são eventualmente positivas ou preparadoras de alguma outra coisa.
A escola, por ser obrigatória, prescinde o caráter lúdico, principalmente nos Anos Iniciais, pois as crianças sabem e têm recursos cognitivos para, em sua perspectiva, pensar na escola como algo que lhes será bom em um futuro remoto.
Na perspectiva das crianças, se joga ou brinca para ficar mais inteligente, para ser bem-sucedido quando adulto ou para aprender uma matéria escolar, ou seja, no olhar da criança, a brincadeira ou o jogo não tem um fim em si mesmo.
As propostas lúdicas na escola geram desatenção e barulho. Sabe-se que para o aprimoramento acadêmico as propostas escolares devem ser isentas de sentido lúdico e, assim, podem fazer maior sentido para as crianças.
Incorporar o lúdico nos processos de aprendizagem significa necessariamente ser algo agradável na perspectiva daquele que propõe a atividade. A ludicidade na educação está relacionada a tarefas engraçadas, mesmo esvaziadas de sentido.