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De acordo com Altiere Carvalho (2010), um bebê com deficiência auditiva ainda não suspeitada pela família interage de forma comunicativa independente da falta do sentido auditivo. É comum encontrar no relato de mães, quando falam dos primeiros meses de vida da criança, referências a algo diferente no comportamento de seu bebê sem, no entanto, ter conseguido identificar a deficiência de audição.
De acordo com o autor, a privação sensorial
mesmo que não esteja permeando as relações da mãe e da criança, pode significar para a criança diferença de oportunidades quanto ao conhecimento do mundo e à aquisição de linguagem.
não determinará qualquer diferença de oportunidade para a criança, desde que a criança receba cuidados essenciais para a vida e tenha uma boa interação afetiva.
determinará uma impossibilidade de oportunidades para a criança quanto ao conhecimento do mundo e à aquisição de linguagem, principalmente se tal privação permear as relações da mãe e da criança.
uma vez não detectada, caracteriza uma interação pobre entre mãe e filho e que, ambas, a deficiência e a pobreza da relação, farão com que a própria criança se esforce para que seu desenvolvimento sócio- -afetivo ocorra de maneira apropriada.
somente pode significar para a criança diferença de oportunidades quanto ao conhecimento do mundo e à aquisição de linguagem se tal privação permear as relações da mãe e da criança.