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As autoras Amorim e Alves (2008) afirmam que, normalmente, a criança cega bem estimulada e que recebe apoio nos primeiros anos de vida, tanto no âmbito familiar como em serviços de intervenção precoce,
chega aos 3 ou 4 anos de idade com um desenvolvimento bem próximo ao da criança que enxerga.
não apresenta diferenças significativas em relação às crianças cegas que não tiveram estimulação.
tem maior facilidade de desenvolver os comportamentos autoestimulatórios ao frequentarem o ensino fundamental.
apresenta interferência de modo negativo no seu desenvolvimento global, gerando dificuldades de transição de uma fase para outra.
não demonstra estar preparada para brincar com outras crianças, sair do espaço pessoal e restrito de sua casa e explorar outros lugares.