

Seu próximo nível começa aqui
Seu desenvolvimento não pode ter limites. Garanta sua Assinatura Ilimitada e libere uma preparação completa com os melhores professores do Brasil.
A respeito do ordenamento curricular que apresenta uma “lógica sequenciada, linear, rígida, previsível para sujeitos disponíveis, liberados, em tempo integral, sem rupturas, sem infrequências, somente ocupados no estudo, sem fome, protegidos, com a sobrevivência garantida”, é correto afirmar que Arroyo (2007) assegura e defende que
esse modelo de currículo deve ser adotado nas escolas públicas e avaliado nas provas de larga escala, pois é necessário que a escola atual retome seus valores e competências, garantindo o mesmo aprendizado para todos e ao mesmo tempo, como fazia em décadas passadas.
essa lógica e esse perfil de estudante, que esse ordenamento escolar pressupõe, refletem o padrão de alunos atendidos nas escolas públicas, no entanto, os docentes se mostram incapazes de ensiná-los, em virtude das precárias condições de trabalho e da defasagem em sua formação.
essa descrição define a perspectiva de currículo atual, que nem sempre está em consonância com os estudantes, visto que os currículos são conteúdos prontos a serem passados aos alunos, nos quais já estão estabelecidas por lei e de forma prescrita as lógicas, hierarquias e precedências dos conteúdos, com tempos e espaços predeterminados, sendo que a escola não pode alterar esse ordenamento.
esse é um ordenamento curricular neutro e mínimo, por isso, cabe à escola privilegiar o reforço e a recuperação paralela; bem como as turmas de aceleração e turmas especiais, para garantir que os estudantes com problemas de aprendizagem, lentos ou alunos com deficiência também possam aprender.
esses perfis, que o ordenamento escolar pressupõe, não coincidem com as vidas de milhões de estudantes: esses educandos e educandas populares interrogam os modelos de ordenamento curricular atual e nos obrigam a repensar políticas e diretrizes curriculares.