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Fernandes e Freitas (2007) afirmam que “é possível concebermos uma perspectiva de avali...

Fernandes e Freitas (2007) afirmam que “é possível concebermos uma perspectiva de avaliação cuja vivência seja marcada pela lógica da inclusão, do diálogo, da construção da autonomia, da mediação, da participação, da construção da responsabilidade com o coletivo”.


Nessa perspectiva, segundo os autores, é correto afirmar que a avaliação:


A

deve emitir juízo de valor em relação aos estudantes, o que pressupõe medir a aprendizagem e atribuir nota/conceito com precisão, visando garantir que o avaliado saiba o que já sabe e o que não aprendeu.


B

requer colocar os avaliados em situação classificatória e meritocrática, promovendo atividades de reforço e recuperação para estudantes com desempenho abaixo do esperado.


C

como parte de uma ação coletiva de formação dos estudantes, ocorre em várias esferas e com vários objetivos.


D

formativa é melhor que a avaliação somativa, pois, embora apresentem os mesmos objetivos e ocorram ao mesmo tempo, a avaliação formativa reorienta o processo de ensino.


E

é um processo que deve abolir qualquer prova, teste, conceitos ou nota; sendo desnecessária em disciplinas que avaliam talentos inatos, como Arte e Educação Física.