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Segundo Imbernón (2010), é necessário conhecer os elementos da nossa herança formadora para que possamos continuar construindo e oferecendo alternativas de inovação e mudança às políticas e práticas de formação. Partindo dessa premissa, ele defende diversos caminhos para uma transformação nas políticas de formação continuada. Em coerência com os argumentos do autor, é correto afirmar que a formação continuada de professores deve
passar a dar respostas a partir de problemas genéricos e mais abrangentes em vez de dedicar-se à solução de situações problemáticas.
concentrar-se no ensinar e em seus métodos, formalizando modelos formativos mais especializados, em vez de tematizar conteúdos do senso comum, como o aprender e a colegialidade.
apostar na antinomia família-comunidade-professor em vez de tomar o professor como sujeito da formação, dotado de uma identidade docente.
priorizar a culturalização e a atualização didática dos professores em vez de atentar-se às atitudes docentes (cognitivas, afetivas e comportamentais).
promover a formação a partir de dentro, na própria instituição ou em contextos próximos a ela, em vez de fomentar um modelo com práticas uniformizadoras.