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Sousa (in Oliveira, 2013) aborda a emergência de sistemas nacionais de avaliação da educação, como o SAEB, ao final da década de 1980. No caso de propostas que adotam o rendimento do aluno como indicador nuclear, a questão central para a autora parece ser
buscar subsídios para intervenções mais precisas e consistentes do poder público, concentrando nas mãos do Estado o papel estratégico na qualidade da educação.
aprimorar práticas administrativas e pedagógicas da escola a partir de um sistema parametrizado, profissionalizando a gestão escolar.
instalar mecanismos que estimulem a competição entre as escolas, responsabilizando-as, em última instância, pelo sucesso ou fracasso escolar.
identificar as práticas mais bem-sucedidas, de modo a compartilhá-las, assegurando, ante a diversidade regional e local, uma qualidade comum para a escola pública.
resgatar a necessária cultura da excelência acadêmica por meio da valorização do mérito individual dos sujeitos da educação.