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Leia a situação hipotética abaixo.
A professora Clara trabalha com alunos do primeiro ano do Ensino Fundamental e percebe que um de seus alunos, Lucas, de seis anos, apresenta dificuldades em atividades na coordenação motora global e fina. Durante as aulas de Educação Física, Lucas evita correr, pular e equilibrar-se, demonstrando dificuldades em manusear objetos pequenos, como lápis e tesoura. Além disso, ele resiste aos desafios motores, preferindo ficar sentado ou realizar atividades com pouco esforço físico.
Com base nas teorias do desenvolvimento motor infantil, a intervenção pedagógica CORRETA da professora é:
direcionar Lucas para atividades individualizadas e sem exigência motora, evitando propostas pedagógicas que exijam movimento ou coordenação fina, respeitando sua resistência para que ele se sinta confortável em suas preferências.
utilizar o modelo diretivo, insistindo para que Lucas participe das atividades motoras propostas para a turma, garantindo que ele supere suas dificuldades por meio da atividade intensa de exercícios específico.
priorizar atividades acadêmicas estruturadas, minimizando o tempo destinado às práticas motoras, garantindo que Lucas desenvolva as primeiras habilidades cognitivas essenciais, antes de aperfeiçoar suas capacidades motoras.
oferecer atividades motoras diversificadas e progressivas, como circuitos psicomotores, brincadeiras dirigidas e desafios lúdicos, respeitando o ritmo de Lucas e estimulando sua confiança.