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Uma professora de uma turma do 3º ano do Ensino Fundamental I percebeu que um de seus alunos, com diagnóstico de Transtorno do Espectro Autista (TEA), demonstrava dificuldades em acompanhar as avaliações tradicionais da escola. Para assegurar que a avaliação desse estudante fosse justa e condizente com seus processos de aprendizagem, a professora deveria:
Aplicar a mesma avaliação destinada aos demais alunos, sem adaptações, para garantir a isonomia no processo avaliativo.
Eximir o estudante de qualquer avaliação formal, pois a legislação dispensa alunos com deficiência de serem avaliados.
Adaptar os instrumentos de avaliação, utilizando metodologias diversificadas e estratégias que respeitem as necessidades do estudante.
Avaliar o aluno apenas por observação informal, sem necessidade de aplicar atividades específicas ou registros formais.