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Em uma escola urbana, um estudante com surdez ingressou no 2º ano do Ensino Fundamental sem registros de acompanhamento prévio. A equipe pedagógica, ao elaborar o Plano Educacional Individualizado (PEI), constatou que ele dominava Libras, mas apresentava atraso na alfabetização em Língua Portuguesa. Além disso, percebia-se dificuldade de socialização com seus colegas ouvintes. Depois de algumas semanas, as adaptações aplicadas não surtiram o efeito esperado, pois o uso de intérprete se restringia a poucas aulas. Qual ação pode otimizar o PEI, favorecendo a inclusão e o desenvolvimento integral do estudante?
Manter o intérprete apenas em aulas de Língua Portuguesa, evitando sobrecarga de recursos, pois a comunicação em outras disciplinas não requer Libras.
Transferir a responsabilidade da alfabetização para a família, delegando a eles a busca de programas específicos de reforço fora da escola.
Reduzir as atividades coletivas, concentrando-se em tarefas individuais, para que o estudante supere a defasagem por conta própria.
Expandir a presença do intérprete em todas as disciplinas, articular momentos de interação em Libras e adotar estratégias visuais de apoio em sala.