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A supervisora se recordou das limitações da teoria dos Traços de Personalidade, quando adotada como orientação única. Na obra lida por Olívia, Lück (2010) indica, entre outras críticas, que essa teoria
conduziria à conclusão de que a liderança é inata e que as pessoas têm ou deixam de ter essas características e, portanto, são ou não são líderes.
sugeriria que a liderança depende do contexto e dos outros envolvidos, sem reconhecer, portanto, a amplitude do alcance em si que o talento de um líder tem.
valorizaria os conteúdos específicos do contexto em que a liderança é demandada, que exigem conhecimentos e habilidades especiais, construídas por meio de capacitação.
desconsideraria a dimensão individual, centrando seu enfoque sobre os líderes como seres sociais que respondem a processos socioculturais ao mesmo tempo em que os criam.
recusaria qualquer abordagem mais objetiva, que pudesse isolar e mensurar traços e fatores da personalidade e quantificá-los, como propõe a psicometria.


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