Imagem de fundo

A supervisora se recordou das limitações da teoria dos Traços de Personalidade, quando ...

A supervisora se recordou das limitações da teoria dos Traços de Personalidade, quando adotada como orientação única. Na obra lida por Olívia, Lück (2010) indica, entre outras críticas, que essa teoria


A

conduziria à conclusão de que a liderança é inata e que as pessoas têm ou deixam de ter essas características e, portanto, são ou não são líderes.


B

sugeriria que a liderança depende do contexto e dos outros envolvidos, sem reconhecer, portanto, a amplitude do alcance em si que o talento de um líder tem.


C

valorizaria os conteúdos específicos do contexto em que a liderança é demandada, que exigem conhecimentos e habilidades especiais, construídas por meio de capacitação.


D

desconsideraria a dimensão individual, centrando seu enfoque sobre os líderes como seres sociais que respondem a processos socioculturais ao mesmo tempo em que os criam.


E

recusaria qualquer abordagem mais objetiva, que pudesse isolar e mensurar traços e fatores da personalidade e quantificá-los, como propõe a psicometria.