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Na organização final do bimestre, uma professora de...

Na organização final do bimestre, uma professora de Ciências do Ensino Médio decide aplicar uma avaliação que envolva interpretação de esquemas de processos fisiológicos, análise de gráficos sobre fotossíntese e questões discursivas. Na turma, dois estudantes têm laudos formais: um com diagnóstico de TEA e outro com TDAH. A professora deseja adaptar a prova sem comprometer os objetivos de aprendizagem, garantindo equidade, acessibilidade e a possibilidade de expressão dos conhecimentos por diferentes meios. Para isso, propõe três ações:


I) Dividir a avaliação em blocos menores, com pausas programadas e mediadas.

II) Oferecer recursos visuais adicionais, como pictogramas e instruções com linguagem simplificada.

III) Disponibilizar alternativas orais e o uso de imagens para explicar respostas em vez de apenas texto escrito.


Com base na legislação vigente (como a LBI) e nas diretrizes de Educação Inclusiva, é correto afirmar que:


A

As adaptações propostas estão de acordo com os princípios de desenho universal da aprendizagem e favorecem a expressão de habilidades cognitivas por múltiplos canais, promovendo inclusão sem diminuir o rigor pedagógico.


B

A adoção de formatos orais ou visuais para respostas viola a padronização das avaliações e compromete a confiabilidade na verificação do desempenho escolar dos estudantes com deficiência.


C

A divisão da avaliação em blocos é válida apenas para estudantes com TDAH, não sendo uma medida adequada ou necessária para estudantes com TEA, que requerem rotinas fixas e inalteradas.


D

As adaptações propostas desrespeitam o princípio da isonomia, uma vez que criam situações de privilégio avaliativo para estudantes com necessidades educacionais específicas.


E

O uso de imagens e linguagem simplificadas é incompatível com os níveis de avaliação propostos para estudantes do Ensino Fundamental II e deve ser restrito ao Ensino Infantil e Fundamental I.