

Seu próximo nível começa aqui
Seu desenvolvimento não pode ter limites. Garanta sua Assinatura Ilimitada e libere uma preparação completa com os melhores professores do Brasil.
Arthur é pedagogo e trabalha em uma grande empresa diretamente com o setor de recursos humanos (RH), desenvolvendo programas de capacitação, avaliação por competências e apoio à gestão de pessoas.
Recentemente, foi aberta uma vaga de supervisão interna. Durante o processo de análise de desempenho e competências, uma funcionária, chamada Clarice, reconhecida pelo comprometimento e pelo bom desempenho técnico e relacionamento interpessoal, destacou-se para a vaga. No entanto, um gestor da equipe de RH indicou outro colaborador, Tiago, que demonstra menor desempenho técnico, mas é amigo pessoal do gestor. A justificativa informal é de que ele precisa de uma chance para crescer profissionalmente.
Arthur, no exercício da sua função, participa da comissão de avaliação e encontra-se diante de um dilema ético.
Nessa situação hipotética, Arthur deve
apoiar a promoção de Tiago, colaborador indicado pelo gestor, mesmo sabendo das disparidades de competências entre ele e Clarice, para evitar conflito com a liderança e preservar sua posição na empresa.
permanecer em silêncio durante o processo, sem dar opiniões e sem defender Clarice, apesar de reconhecer sua competência para o cargo.
desqualificar o trabalho de Clarice, sugerindo que ela não se adéqua ao perfil de liderança, com base em comentários sobre sua personalidade ou postura, mesmo sem evidências objetivas.
propor que a escolha para a promoção seja feita com base em critérios objetivos e transparentes, defendendo publicamente a indicação de Clarice por seu mérito e sua competência, apesar da indicação feita pelo gestor.
mudar os dados dos relatórios de avaliação para que a pontuação do colaborador indicado pareça mais favorável no momento da escolha para a promoção.