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De acordo com Christofari e Baptista (2012), na dimensão de classificação e delimitação presente na prática histórica da avaliação da aprendizagem, os corpos deveriam manter-se inertes, em seus lugares, o controle do pensar e do fazer tornava-se elemento pedagógico importante para a aprendizagem. Atualmente, a prática da avaliação da aprendizagem, com a concepção de mensuração, de aferição de resultados de desempenho do aluno, encontra-se na contramão de um movimento que tem buscado considerar que a educação escolar pode ser (re)criada por meio de uma perspectiva de inclusão escolar.
A proposta, portanto, segundo os autores, é
problematizar práticas que possibilitem a construção de um processo de avaliação diário.
pensar em uma avaliação que seja específica para alunos com deficiência.
reconhecer que a avaliação não tem lugar em uma escola que se proclama inclusiva.
criar estratégias de ação pedagógica pautadas nas dificuldades causadas pelas deficiências.
inovar o processo de ensino e aprendizagem de forma que não se necessite avaliar.