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Conforme Barbosa (2007), desde as escolas missionárias, a educação brasileira foi destinada a “civilizar” a população.
Para essa autora, a continuidade da existência da escola somente será viável se ela conseguir
favorecer a aceitação das diferenças desde que compatíveis com a rotina educacional e com os valores predominantes na unidade escolar.
adotar práticas inclusivas que mantenham a primazia da cultura escolar formal e garantam a assimilação harmoniosa das diferenças.
tornar-se um ambiente de adaptação das diferenças ao padrão institucional e de reforço da convivência disciplinada.
garantir a coexistência tolerante e pacífica das diferenças sem necessariamente integrá-las ao projeto pedagógico ou fazer mudanças estruturais na escola.
incorporar a ideia de ser um espaço de aceitação e afirmação das diferenças, mas, ao mesmo tempo, de criação de novas formas de convívio comum.