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Durante o processo de avaliação psicopedagógica escolar de uma criança diagnosticada com Transtorno do Espectro Autista (TEA), o psicopedagogo deve:
aplicar inicialmente a escala CARS para obter informações objetivas sobre o grau de comprometimento comportamental e social, complementando com a abordagem TEACCH, que estrutura claramente o ambiente e as tarefas escolares, favorecendo o desenvolvimento da autonomia.
optar exclusivamente pela implementação imediata dos princípios TEACCH, estruturando tarefas individualizadas para a criança evitando interferências da escala CARS que possam gerar informações divergentes e imprecisas sobre suas dificuldades.
priorizar unicamente a aplicação da escala CARS para definir o grau de autismo da criança, garantindo que todas as decisões posteriores de intervenção psicopedagógica sejam tomadas com base nos escores quantitativos obtidos.
iniciar imediatamente ajustes ambientais baseados no método TEACCH, centrados na adaptação espacial e visual do ambiente escolar, postergando o uso da escala CARS para fases posteriores de avaliação e intervenção psicopedagógica.