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Leia a situação hipotética abaixo.
Júlia é uma criança diagnosticada com TEA, que apresenta intensa dificuldade em estabelecer vínculos sociais e manter o equilíbrio emocional diante de pequenas frustrações. Ela também demonstra descontrole emocional frente a imprevistos cotidianos, como mudanças nas atividades planejadas.
Nesse contexto, ao elaborar as atividades para a autorregulação emocional, o psicopedagogo deve:
implementar diariamente atividades individuais altamente estruturadas, focando especialmente na aquisição de conteúdo específico, para diminuir as fontes de frustração emocional e relacional.
organizar dinâmicas competitivas frequentes que exijam interação verbal imediata, visando aumentar rapidamente o domínio comunicativo e emocional da criança em situações sociais complexas.
propor atividades mediadas por narrativas sociais e dramatizações que envolvam situações cotidianas, incentivando o reconhecimento das próprias emoções, bem como das emoções alheias.
utilizar estratégias instrucionais diretas voltadas ao controle emocional imediato por meio de reforços positivos constantes, evitando situações potencialmente desestabilizadoras.