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No campo da Tradução e Interpretação de Língua Brasileira...

No campo da Tradução e Interpretação de Língua Brasileira de Sinais–Língua Portuguesa, os estudos sobre equivalência têm superado concepções essencialistas e mecanicistas de correspondência linguística, orientando-se por paradigmas discursivos, construcionistas e socioculturais. Considerando as contribuições de Mona Baker, Anthony Pym, Ronice Müller de Quadros e Thoma Bello, assinale a alternativa que expressa uma compreensão crítica, atualizada e epistemologicamente complexa acerca da noção de equivalência em contextos intermodais:


A

A equivalência intermodal é assegurada por mecanismos de transposição formal entre as estruturas gramaticais da Libras e da língua portuguesa, garantindo simetria linguística e consistência textual entre os enunciados.


B

O conceito de equivalência, ao ser aplicado à tradução bimodal, deve priorizar invariâncias lexicais e sintáticas, ainda que respeite as especificidades fonológicas e icônicas das línguas envolvidas.


C

A equivalência é concebida como uma operação estritamente funcional, orientada por princípios de literalidade e por parâmetros de fidelidade semântica, independentemente do gênero discursivo ou da situação comunicativa.


D

Em abordagens contemporâneas, a equivalência é entendida como construção relacional e situada, moldada por aspectos enunciativos, culturais e interacionais, e não como correspondência unívoca entre signos linguísticos.


E

A ausência de paralelismo morfossintático entre Libras e português compromete a possibilidade de equivalência pragmática, sendo necessário recorrer à neutralização das marcas discursivas em prol da inteligibilidade textual.