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No campo da tradução intermodal, especialmente na transposição de enunciados entre sistemas linguísticos com base sensório-motora distinta, as teorias semióticas de Jakobson, Saussure e Peirce subsidiam a reflexão sobre os limites da equivalência e da transdução. Com base nas contribuições contemporâneas de autores como Sutton-Spence, Quadros e Bauman, qual alternativa expressa de modo mais consistente os desafios da tradução intermodal entre português oral e Libras?
A tradução intermodal fundamenta-se na preservação da linearidade textual do idioma-fonte, assegurando equivalência funcional por meio da literalidade discursiva.
As categorias semióticas tradicionais aplicadas à tradução entre línguas orais são plenamente replicáveis no contexto da Libras, dada sua sistematicidade e estrutura composicional isomórfica.
A transposição do português oral para Libras requer a reformulação discursiva do enunciado em termos espaciais, simultâneos e icônicos, implicando uma abordagem não linear de equivalência funcional.
A correspondência tradutória entre signos verbais e visuais se dá prioritariamente em função da indexação simbólica entre unidades lexicais, o que garante estabilidade interpretativa.
O processo tradutório entre português e Libras deve minimizar a iconicidade e a gestualidade da língua sinalizada, com vistas à neutralidade comunicativa e à precisão terminológica.