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As práticas tradutórias em contextos poético-literários sinalizados colocam em tensão os paradigmas tradicionais da tradução textual, exigindo do tradutor-intérprete de Libras uma competência estética que articule forma, conteúdo, ritmo e performance. À luz dos trabalhos de Sutton-Spence, Perlin e Bauman, qual alternativa representa uma leitura crítica e teórica da tradução poética intermodal?
O tradutor literário de Libras deve priorizar a correspondência semântica entre os signos, mesmo que isso implique perdas nos recursos expressivos e visuais da língua de chegada.
O ato tradutório poético deve respeitar a ordem sintática do texto-fonte, independentemente da estrutura discursiva da Libras.
A fidelidade ao conteúdo poético em Libras depende da replicação formal da métrica e das rimas da língua de origem, ainda que isso limite a expressividade visual.
A performance corporal do tradutor deve ser contida em traduções literárias, para não sobrepor-se ao conteúdo e comprometer a inteligibilidade textual.
A tradução poética em Libras constitui-se como ressignificação estética, articulando elementos rítmicos, iconicidade visual e estrutura espacial, exigindo criatividade performática.