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A ética profissional do tradutor-intérprete de Libras, especialmente em ambientes institucionais complexos, exige mais do que neutralidade técnica: demanda consciência discursiva e responsabilidade pelas implicações pragmáticas da mediação. Com base em Nord, Hale e Pöchhacker, qual alternativa apresenta uma compreensão epistemologicamente densa sobre essa atuação?
A atuação ética inclui sensibilidade à situação comunicativa e consciência dos impactos sociais da mediação interlinguística.
A ética se realiza na fidelidade ao enunciado original, sendo indevido qualquer envolvimento com os efeitos da tradução.
A imparcialidade exige distanciamento absoluto do intérprete, que deve apenas transpor o conteúdo sem alterar sua intenção.
A neutralidade é garantida quando o intérprete preserva a literalidade e evita decisões que influenciem a interação.
O intérprete age eticamente ao omitir marcas identitárias do falante, mantendo o foco na estrutura linguística.