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No exercício profissional da psicopedagogia, especialmente em contextos clínicos e institucionais, é fundamental o respeito aos preceitos bioéticos que orientam a relação com o sujeito da aprendizagem. Princípios como a autonomia, a não maleficência, o benefício mútuo, a justiça e o sigilo profissional devem nortear todas as fases do processo interventivo. De acordo com os fundamentos bioéticos contemporâneos, assinale a alternativa que expressa uma conduta eticamente adequada à luz desses princípios:
Compartilhar com membros da equipe escolar dados sensíveis obtidos durante a avaliação, mesmo sem a anuência do responsável legal, desde que se julgue necessário para garantir a eficácia da intervenção.
Estabelecer metas terapêuticas e educacionais unilateralmente, sem a participação ativa da criança, do adolescente ou de seus familiares no processo decisório.
Recusar atendimento psicopedagógico a sujeitos com demandas complexas ou quadros psicopatológicos diagnosticados, visando preservar a rotina e evitar frustrações no processo interventivo.
Conduzir os atendimentos com base em valores pessoais e convicções religiosas, mesmo que em oposição a evidências científicas ou diretrizes profissionais reconhecidas.
Zelar pela confidencialidade das informações obtidas durante a prática psicopedagógica, com a ressalva de rompimento ético apenas nos casos em que esteja em risco a integridade física ou emocional do sujeito atendido.