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O texto “Conversando sobre violência e convivência nas escolas” (coordenação de ABRAMOVAY), afirma que as ameaças, presentes em todas as escolas, mostram-se sob várias formas e intensidades, podendo causar danos físicos e morais para as vítimas. De acordo, ainda, com o texto, é INCORRETO afirmar que:
As ameaças por não constarem no Código Penal Brasileiro, dificultam o papel da unidade escolar no combate as suas diferentes formas e intensidades.
As ameaças têm impactos negativos indiretos sobre o processo de ensino e aprendizagem, comprometendo o desempenho profissional dos professores e a relação dos alunos com a escola.
As ameaças constituem-se em indício dos níveis de violência que ocorrem nos estabelecimentos escolares e não podem ser consideradas eventos de menor peso, pois fomentam o poder do agressor e o medo da vítima.
As ameaças surgem como forma de “questionar” a autoridade dos adultos da escola, de testá-la, acabando por injetar, no clima escolar, sentimentos de insegurança e de descrença na própria instituição.