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Bullying moral é caracterizado por ações sistemáticas do tipo:
Difamar, caluniar, disseminar rumores.
Insultar, xingar e apelidar pejorativamente.
Assediar, induzir e/ou abusar.
Socar, chutar, bater.
A convivência escolar pode ser impactada por diferentes formas de violência e por fatores sociais externos que repercutem nas relações estabelecidas no ambiente educativo, influenciando o comportamento dos estudantes e o processo de ensino-aprendizagem. Analise os itens a seguir.
I. Situações de violência presentes no contexto social podem repercutir no ambiente escolar, influenciando as relações de convivência entre os estudantes.
II. A desmotivação dos estudantes e comportamentos agressivos podem comprometer a sociabilidade e afetar o processo de ensino-aprendizagem.
III. A violência no ambiente escolar decorre principalmente das relações internas da escola, tendo pouca relação com fatores externos ao contexto educativo.
Está CORRETO o que se afirma em:
II, apenas.
I, apenas.
I e III, apenas.
I e II, apenas.
I, II e III.
Durante o apoio aos cuidados corporais e higiene dos alunos, o Auxiliar Escolar pode perceber sinais atípicos que indiquem violência ou negligência. Segundo os fluxos de atenção e saúde da criança, qual deve ser a postura da equipe escolar diante da suspeita de abuso?
Omitir o caso das autoridades externas para preservar o sigilo institucional e não interferir na autoridade dos pais.
O profissional deve interrogar a criança na sala de aula para realizar uma confissão detalhada do ocorrido.
A conduta exige atitudes de proteção, devendo-se acionar a rede de cuidados e proteção social existente no território, bem como o Ministério Público ou Conselho Tutelar quando necessário.
Recomenda-se isolar a criança do convívio com os colegas até que o laudo do Instituto Médico Legal seja finalizado.
Durante o Atendimento Educacional Especializado (AEE), a professora observou sinais de automutilação em um estudante do 8º ano do Ensino Fundamental e, após diálogo, ele revelou já ter tentado tirar a própria vida algumas vezes. Diante dessa situação, conforme determina a Lei de Diretrizes e Bases Nacional (LDBEN), é dever da escola:
encaminhar o estudante ao Ministério Público e apresentar informações detalhadas sobre o caso.
resolver a situação internamente, em sigilo, com apoio apenas da equipe pedagógica.
solicitar avaliação médica particular antes de qualquer notificação acerca do caso.
notificar o Conselho Tutelar do Município, informando a ocorrência e os dados relativos ao caso.
suspender temporariamente o estudante das atividades escolares até que apresente laudo psiquiátrico.
Durante um levantamento psicossocial, o orientador psicopedagogo identifica indicadores de negligência familiar e possível violência doméstica em um caso de dificuldades graves de aprendizagem. A criança apresenta sintomas compatíveis com trauma complexo, mas a família resiste aos encaminhamentos sugeridos. Considerando os aspectos éticos e legais da atuação psicopedagógica, o(s) procedimento(s) adequado(s) seria(m):
I.Documentação detalhada e comunicação aos órgãos de proteção respeitando protocolos institucionais.
II.Acompanhamento sigiloso do caso até obter mais evidências confirmatórias.
III.Intervenção psicopedagógica intensiva centrada nas atividades escolares para minimizar os impactos do contexto adverso.
Está(ão) CORRETA(S) a(s) seguinte(s) proposição(ões).
Apenas II.
Apenas I e III.
Apenas I e II.
Apenas I.


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Analise as assertivas abaixo, que tratam sobre prevenção à violência física e/ou psicológica no âmbito escolar, e julgue-as em Verdadeiras (V) ou Falsas (F):
( ) Ignorar conflitos ou comportamentos agressivos, acreditando que os alunos se resolverão sozinhos, não é uma medida eficaz de prevenção à violência, pois pode permitir que tensões aumentem e que episódios de agressão fisica ou psicológica ocorram.
( ) Promover a educação sobre respeito, igualdade, direitos humanos, comunicação não violenta e resolução pacífica de conflitos é uma estratégia fundamental para prevenir a violência física e psicológica em ambientes escolares, familiares e comunitários.
( ) A prevenção à violência não deve se limitar apenas à reação após uma agressão, mas também a agir de forma proativa, identificando sinais de alerta e oferecendo apoio às possíveis vítimas, o que é essencial para reduzir riscos e evitar danos físicos e emocionais.
( ) Incentivar o isolamento de pessoas envolvidas em conflitos, ao invés de promover diálogo, empatia e apoio emocional, contribui para a prevenção da violência e tende a sanar o sofrimento psicológico e a sensação de exclusão.
Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, de cima para baixo, os parênteses acima?
F-V-F-V.
V-F-F-V.
F-F-V-V.
V-V-V-F.
Durante o intervalo, a assistente de alunos percebe que um estudante de 15 anos estava sozinho e chorando. Ao sentar-se ao seu lado para conversar, de forma espontânea o menino relata que tem sofrido violência sexual dentro de casa. A profissional escuta atentamente o aluno, que demonstra medo e pede para que ela não conte a ninguém. Considerando as atribuições da assistente de alunos no contexto do Instituto Federal e a revelação espontânea de violência, qual deve ser a conduta mais adequada da servidora?
Aconselhar o adolescente para que converse diretamente com os irmãos e a mãe, evitando registrar a situação devido à Lei de Proteção de Dados.
Registrar fielmente o relato com as palavras utilizadas pelo adolescente e comunicar a situação à equipe responsável, conforme protocolos institucionais.
Solicitar que o adolescente faça um relato por escrito via e-mail, detalhando o ocorrido e aguardando novos relatos antes de comunicar a instituição.
Ouvir o relato do adolescente e investigar por conta própria, a fim de verificar se ele diz a verdade, conversando com amigos e vizinhos do aluno.
Encorajar o adolescente a sair de casa e encaminhá-lo para um abrigo para afastá-lo do abusador.
No que diz respeito aos telefones úteis e de emergência, assinale a alternativa correta cujo número corresponde adequadamente ao serviço indicado:
Central de Atendimento à Mulher – 181
Polícia Rodoviária Federal – 190
Disque Denúncia – 188
Corpo de Bombeiros – 193
Guarda Municipal – 142
Evidências nacionais sobre violência sexual contra crianças e adolescentes facilitada pela tecnologia mostram que o fenômeno atravessa interações online e presenciais, envolve com frequência pessoas conhecidas das vítimas, produz silêncio recorrente e afeta saúde mental, trajetória escolar e condições de proteção. O mesmo conjunto de evidências indica que respostas baseadas em aconselhamento genérico, mera restrição de dispositivos, espera pela formalização da denúncia ou simples encaminhamento posterior tendem a ser insuficientes diante da complexidade do problema. Associe a segunda coluna de acordo com a primeira, relacionando cada eixo analítico à sua implicação institucional correspondente:
Primeira coluna: eixo analítico
1. Caráter híbrido e relacional da violência facilitada pela tecnologia.
2. Silêncio da vítima como obstáculo estrutural à proteção.
3. Insuficiência de respostas reativas e fragmentadas.
Segunda coluna: implicação institucional
( )Estratégias escolares que aguardam denúncia formal, prova consolidada ou revelação espontânea tendem a operar tardiamente porque a não comunicação decorre de vergonha, medo, culpa, ameaça e desconhecimento dos caminhos de ajuda, e não de irrelevância do dano.
( )Abordagens educativas centradas em "perigos da internet" ou em contatos com desconhecidos tornam-se analiticamente estreitas porque parcela expressiva dos casos combina mediação digital, vínculos prévios, confiança, proximidade e desdobramentos fora do ambiente exclusivamente virtual.
( )Protocolos que se limitem a registrar o fato e encaminhar posteriormente para outro setor deixam lacunas protetivas porque a resposta efetiva exige articulação continuada entre escola, famílias, rede de garantia de direitos e proteção digital, desde antes da publicização do dano.
Assinale a alternativa que apresenta a correta associação entre as colunas:
2 − 1 − 3.
3 − 2 − 1.
2 − 3 − 1.
1 − 2 − 3.
1 − 3 − 2.
Ao atender um aluno que demonstra sinais severos de desnutrição e violência doméstica, o psicólogo escolar compreende que a resolução dessa demanda ultrapassa os limites físicos e técnicos da escola. O profissional realiza o acolhimento inicial e encaminha formalmente o caso para o Conselho Tutelar e para o Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) do território.
Essa articulação institucional fundamenta-se no princípio da:
Centralização das demandas psicossociais dentro do ambiente de aprendizagem.
Atuação em rede intersetorial, integrando as políticas de educação, saúde e assistência social.
Psicologização dos problemas estruturais e econômicos da comunidade local.
Transferência punitiva de responsabilidade penal do estudante para o estado.


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Tomando como referência as disposições do Estatuto da Criança e do Adolescente – ECA (arts. 13, 56 e correlatos), analise a situação abaixo e depois assinale a alternativa que contempla o procedimento mais adequado a ser seguido pela instituição escolar no referido caso:
Em uma escola pública de ensino fundamental, a direção recebe denúncia de que um aluno de doze anos está sofrendo agressões físicas constantes em casa. A equipe pedagógica, preocupada com a situação, discute quais medidas devem ser adotadas para garantir a proteção integral desse estudante.
A escola deve, inicialmente, buscar resolver a situação internamente, por meio de diálogo com a família, comunicando às autoridades apenas se persistirem indícios de violência.
A equipe pedagógica deve registrar formalmente a ocorrência e encaminhar o caso ao Conselho Tutelar, independentemente de confirmação definitiva dos fatos, por se tratar de suspeita de violação de direitos.
A direção da escola deve aguardar a manifestação espontânea do aluno sobre os fatos, a fim de evitar exposição indevida e garantir o sigilo da situação.
O caso deve ser comunicado exclusivamente à Secretaria de Educação, que avaliará a necessidade de encaminhamento aos órgãos de proteção competentes.
A escola deve acionar diretamente a autoridade policial, evitando a tramitação por instâncias intermediárias que possam retardar a adoção das medidas necessárias à resolução do problema.
De acordo com o Art. 3º da Lei Federal nº 13.185/2015, a intimidação sistemática (bullying) pode ser classificada conforme as ações praticadas.
Analise os itens abaixo:
I. Verbal: insultar, xingar e apelidar pejorativamente.
II. Moral: difamar, caluniar, disseminar rumores.
III. Físico: socar, chutar, bater.
Está(ão) correto(s):
I, apenas.
II, apenas.
I e II, apenas.
II e III, apenas.
I, II e III.
Durante uma atividade de convivência, uma menina relata que deixou de participar de jogos com bola porque alguns colegas dizem que “isso não é coisa de menina” e passam a ridicularizá-la quando ela insiste em participar. Ao comunicar a situação à equipe, o Auxiliar do Educador deve compreender que esse caso:
Deve ser tratado como escolha natural do grupo, pois as crianças costumam formar preferências nas atividades recreativas.
Indica conflito comum de convivência, cabendo ao profissional propor outra atividade para evitar novos atritos.
Pode ser resolvido com a separação das atividades por grupos, preservando o convívio e reduzindo situações de provocação.
Pode envolver violência de gênero, pois restringe a participação da criança com base em estereótipos e constrangimentos.
No cotidiano da escola, o Auxiliar de Ensino percebe, durante a troca de roupa de um aluno, hematomas e marcas severas incompatíveis com quedas acidentais, suspeitando de negligência ou violência doméstica. Com base no Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei n° 8.069/1990) e na rede de proteção social, a atitude do profissional deve ser:
Ignorar as marcas, pois o que acontece na casa da família não é responsabilidade dos profissionais da escola.
Interrogar o aluno na frente de todos para que aponte o colega que o machucou.
Guardar segredo para não constranger a escola nem causar problemas com os responsáveis da criança.
Comunicar o fato à direção da escola, para que a instituição acione o Conselho Tutelar e a rede de proteção, conforme a exigência de notificação compulsória.
O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) estabelece o regime de proteção integral, atribuindo à escola papel ativo na identificação e no encaminhamento de situações que possam representar risco à integridade física, psicológica ou social do estudante.
A atuação institucional deve articular medidas pedagógicas, proteção imediata e comunicação aos órgãos competentes, conforme a natureza da situação observada.
Em determinada unidade escolar, a equipe pedagógica identifica indícios recorrentes de que um estudante pode estar submetido a situações de violência doméstica.
A escola registra ocorrências internas e acompanha o comportamento do estudante, discutindo medidas institucionais de encaminhamento.
Considerando os deveres da escola no sistema de garantia de direitos previsto no ECA, analise as assertivas abaixo e, a seguir, identifique a alternativa CORRETA.
I. A escola deve comunicar situações que indiquem suspeita ou confirmação de violação de direitos à autoridade competente, não sendo exigida comprovação definitiva para o encaminhamento do caso.
II. A escola integra a rede de proteção à criança e ao adolescente, devendo se articular com órgãos como o Conselho Tutelar quando a situação identificada ultrapassar a esfera pedagógica ordinária.
III. O acompanhamento pedagógico interno do estudante pode substituir a comunicação aos órgãos de proteção quando a escola considerar que as medidas institucionais adotadas são suficientes para o enfrentamento da situação.
IV. A comunicação institucional de possíveis violações de direitos se fundamenta no dever de proteção integral, orientando-se pelo princípio da prevenção e da prioridade absoluta.
Apenas as assertivas I e III estão corretas.
Apenas as assertivas II e III estão corretas.
Apenas as assertivas I, II e IV estão corretas.
Apenas as assertivas I, III e IV estão corretas.
Todas as assertivas estão corretas.


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Durante um atendimento individual, um estudante do Ensino Médio relata ao orientador educacional que presencia regularmente situações de violência doméstica contra sua mãe e que, em alguns momentos, também é agredido fisicamente pelo padrasto. O estudante pede que o orientador mantenha sigilo absoluto sobre o que foi relatado, alegando medo de represálias. Diante dessa situação, o comportamento ético e legalmente fundamentado do orientador educacional é:
Informar a situação à equipe pedagógica e à gestão escolar para que, conjuntamente, seja construída uma estratégia institucional de proteção ao estudante, considerando que decisões de acionamento externo em casos de violência doméstica demandam planejamento cuidadoso para não agravar os riscos a que o adolescente já está exposto.
Comunicar imediatamente o caso à direção escolar e solicitar que a direção acione o Conselho Tutelar, pois a responsabilidade legal pela comunicação de situações de risco é da gestão escolar, e não do orientador educacional individualmente.
Receber o estudante com escuta empática e, respeitando o vínculo de confiança construído no atendimento, informá-lo de que qualquer decisão sobre comunicação externa será tomada de forma compartilhada, considerando seu protagonismo no processo, os riscos envolvidos e os princípios éticos que norteiam a atuação do orientador educacional.
Acolher o estudante com escuta empática, esclarecer os limites legais do sigilo profissional nessa situação, comunicar o caso ao Conselho Tutelar em razão da suspeita de violência contra criança ou adolescente e manter o acompanhamento contínuo do estudante.
O orientador educacional de uma escola pública passa a acompanhar o caso de um estudante de 11 anos que apresenta faltas frequentes, queda abrupta no rendimento escolar e sinais persistentes de negligência familiar. Em atendimento individual, o estudante relata episódios recorrentes de exposição a situações de violência doméstica e ausência de acompanhamento por responsáveis legais. A equipe escolar, diante do receio de extrapolar suas atribuições, limita-se a registrar as ocorrências em ata interna, sem acionar a rede de proteção.
Ponderando os princípios, direitos e garantias previstos no Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei nº 8.069/1990), bem como o papel do orientador educacional na proteção integral e na articulação intersetorial, qual deve ser a conduta técnico-pedagógica e legalmente adequada a ser adotada pela escola, por meio do orientador educacional?
Manter o acompanhamento exclusivamente pedagógico do estudante, evitando encaminhamentos externos, uma vez que a escola não possui competência legal para intervir em situações de violência familiar.
Encaminhar o caso ao Conselho Tutelar, formalizando a comunicação de suspeita ou confirmação de violação de direitos, sem prejuízo do acompanhamento pedagógico e do apoio institucional ao estudante.
Convocar os responsáveis legais para advertência formal, condicionando a permanência do estudante na escola à regularização da frequência e ao cumprimento das normas internas.
Registrar o caso apenas nos documentos escolares, aguardando eventual manifestação espontânea da família ou dos órgãos de proteção social.
Encaminhar diretamente o estudante ao sistema judiciário, isentando a escola de responsabilidades posteriores quanto ao acompanhamento do caso.
Analise as assertivas abaixo propostas com base na estrita literalidade do artigo 18-A da Lei nº 8.069/1990 (ECA):
I. Considera-se castigo físico a ação de natureza disciplinar ou punitiva aplicada com o uso da força física sobre a criança ou o adolescente que resulte em sofrimento físico ou lesão.
II. Para a configuração do castigo físico, exige-se que a aplicação da força física resulte, cumulativamente, em sofrimento físico e lesão corporal.
III. A ameaça, desde que qualificada como grave pelo texto legal, insere-se no conceito de tratamento cruel ou degradante, prescindindo da ocorrência de toque ou força física.
As assertivas I, II e III são, respectivamente:
Verdadeira, Verdadeira, Falsa.
Verdadeira, Falsa, Verdadeira.
Falsa, Verdadeira, Falsa.
Verdadeira, Falsa, Falsa.
Falsa, Falsa, Verdadeira.
Marcelo é um adolescente de 14 anos e está passando por uma fase de rebeldia: frequentemente discute com seus pais e desobedece as regras de casa e da escola. Um dia, após ter chegado em casa muito depois do horário estipulado, Marcelo brigou com seus pais, e o pai, em um acesso de raiva, tirou seu cinto da cintura e aplicou alguns golpes com ele nas pernas de Marcelo. A mãe presenciou a cena sem interferir e complementou o castigo trancando o filho em seu quarto por várias horas sem alimentação como forma de discipliná-lo. Ao tomarem conhecimento dos fatos, os profissionais da escola onde Marcelo estuda deverão encaminhar o caso, para que as devidas providências sejam tomadas, ao(à):
Tribunal de Contas do Estado.
Delegacia do Menor Infrator.
Promotoria Pública Federal.
Promotoria de Educação.
Conselho Tutelar.
Nos termos do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), os pais, os integrantes da família ampliada, os responsáveis, os agentes públicos executores de medidas socioeducativas ou qualquer pessoa encarregada de cuidar de crianças e de adolescentes, tratá-los, educá-los ou protegê-los que utilizarem castigo físico ou tratamento cruel ou degradante como formas de correção, disciplina, educação ou qualquer outro pretexto estarão sujeitos, sem prejuízo de outras sanções cabíveis, às seguintes medidas, que serão aplicadas de acordo com a gravidade do caso:
I. Encaminhamento a programa oficial ou comunitário de proteção à família
II. Encaminhamento a tratamento psicológico ou psiquiátrico.
III. Encaminhamento a cursos ou programas de orientação.
IV. Obrigação de encaminhar a criança a tratamento especializado
Quantos dos itens está(ão) CORRETO(S)?
Todos os 4.
Apenas 3 deles.
Apenas 2 deles.
Apenas 1 deles.


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