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Durante uma atividade de convivência, uma menina relata que deixou de participar de jogos com bola porque alguns colegas dizem que “isso não é coisa de menina” e passam a ridicularizá-la quando ela insiste em participar. Ao comunicar a situação à equipe, o Auxiliar do Educador deve compreender que esse caso:
Deve ser tratado como escolha natural do grupo, pois as crianças costumam formar preferências nas atividades recreativas.
Indica conflito comum de convivência, cabendo ao profissional propor outra atividade para evitar novos atritos.
Pode ser resolvido com a separação das atividades por grupos, preservando o convívio e reduzindo situações de provocação.
Pode envolver violência de gênero, pois restringe a participação da criança com base em estereótipos e constrangimentos.


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