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Pedagoga recém-formada, Flávia foi chamada para substituir uma professora em licença-maternidade e assumiu, no meio do semestre letivo, as aulas de uma turma de 2o ano do ensino fundamental. Buscando dar continuidade ao trabalho que vinha sendo realizado com a turma, ela observou que nas atividades de matemática os alunos costumavam apresentar desenhos como registro na resolução dos problemas propostos. Ao estudar os argumentos de Cândido (In: Smole; Diniz, 2001) sobre as representações em matemática, Flávia concluiu corretamente que a autora considera o recurso ao desenho, no contexto da educação matemática, como algo a ser
aceito, pois é útil na compreensão de determinados conceitos, desde que restrito a esquemas geométricos.
ampliado, pois equivale ao pensamento visual que serve de linguagem tanto para a arte quanto para a ciência.
acolhido, mas progressivamente substituído, por ser uma forma mais primitiva de pensamento.
evitado, pois há um grande volume de erros matemáticos em decorrência da representação pictórica.
abolido, pois é preciso garantir a aprendizagem adequada da representação algébrica e de seus conceitos.