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Paulo Freire, ao analisar criticamente a ideia de um ensino que se “deposita” no aluno, usou a metáfora da educação bancária. A crítica foi feita à escola que pretende “sacar” exatamente o que foi “depositado” na cabeça do aluno, pois está fundamentada na concepção:
associacionista, que reconhece a criança como ser cognoscente, cujo desenvolvimento é determinado biologicamente, pelo fator maturação
inatista, que compreende o sujeito como uma folha em branco, sobre a qual serão impressas as experiências de vida que resultarão em conhecimento
construtivista, que concebe a aprendizagem como uma construção, cujo alicerce é feito nos primeiros anos de vida do sujeito, por meio da imitação
empirista, que entende o conhecimento como algo que está fora do sujeito e é interiorizado por meio dos sentidos, ativados pela ação física e perceptual