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Fleuri (2009) compreende a emergência dos movimentos sociais identitários como uma “rebelião das diferenças”, conforme propõe Stoer. Para Fleuri, ao buscarem reconhecimento como sujeitos socioculturais e políticos, esses grupos rejeitam a posição de objetos passivos de estudo e questionam os ideais normativos que os definem como subalternos ou carentes, submetendo-os a padrões de normalidade.
Nesse sentido, essas rebeliões das diferenças
definem-se pela igualdade dos povos, pela Declaração dos Direitos Humanos da ONU e pelo movimento pacifista.
visam superar as fragmentações que comprometem a coesão social, valorizando a aculturação dos grupos oprimidos e sua devida inserção socioeconômica.
pretendem fortalecer a tutela estatal, assegurando que seus modos de vida sejam regulados e protegidos por políticas centralizadas.
buscam reinserir os grupos minoritários nos valores universais do progresso moderno, reforçando sua inclusão no progresso.
voltam-se contra o jugo da modernidade ocidental do ponto de vista político, cultural e epistemológico.