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Leia o relato a seguir:
“Inês é professora de crianças de 4 e 5 anos de idade. No geral, segue a orientação de intervir o mínimo possível na escolha das atividades desenvolvidas pelas crianças. Os materiais lúdicos são colocados em prateleiras dispostas de maneira a facilitar a retirada dos objetos. Inês acredita que, se deixar as atividades evoluírem conforme os desejos infantis, estará propiciando um desenvolvimento harmônico dos conhecimentos e das personalidades individuais” (SEBER, 1995, p. 21).
Podemos pensar, inicialmente, que Inês age sem compromisso com a formação de seus alunos. No entanto, outro modo de entender sua conduta é perceber que está baseada na seguinte teoria da aprendizagem:
construtivista, na qual a criança reelabora interna e criativamente suas experiências, num movimento individual, sem necessidade de interações sociais para que a aprendizagem aconteça
inatista-maturacionista, que defende o meio físico como o ambiente pedagógico propício ao desenvolvimento, por isso, deve conter grande quantidade e variedade de recursos a serem explorados livremente
empirista-associacionista, cujos defensores explicam a aprendizagem como um processo de mudança de respostas, enquanto o desenvolvimento se dá no somatório de situações de aprendizagens variadas
sociointeracionista, caracterizada pela garantia das condições ambientais e sociais necessárias à maturação orgânica, fator importante, no sentido de ampliar as possibilidades de aparecerem certas conquistas psicológicas